Grupo Ray Gun

Ray Gun reposiciona. Após 10 anos, o “futuro começa agora”.

Dinheiro Vivo, 05-02-2016

Nintendo, Durex, MTV ou History Channel são alguns dos clientes trabalhados pela Ray Gun. Após 10 anos no mercado, agência faz reposicionamento.

Depois de 10 anos no mercado, a Ray Gun olha para a frente e reposiciona: “The Future starts here”. Ou seja, ‘o futuro começa agora’. “Passados 10 anos, achámos que seria uma boa altura para nos reinventarmos. Há dez anos o mercado era diferente, não se pensava criatividade de forma integrada e as novas tecnologias não entravam ainda nas agências tradicionais, por exemplo. Foi por aí que começámos a fazer a diferença”, começa por explicar Hugo Filipe Pinto, fundador da Ray Gun.

Decorrida uma década “pretendemos olhar novamente em frente, e daí este novo posicionamento ‘The future starts here’. Queremos fazer parte da nova geração de agências que um pouco por todo o mundo estão a criar novas formas de comunicar, mas continuando a fazê-lo a partir de Lisboa”, continua o head of creativity.

Nintendo Portugal e Nintendo Espanha, Durex, Dr Scholl, Grupo Portucel Soporcel, MSD, MSD Animal Healthcare, Público, Impresa, Diageo, MTV, History Channel, Danone são alguns dos clientes já trabalhados pela Ray Gun. Mas agora Hugo Filipe Pinto quer imprimir uma nova lógica de trabalho. “Queremos trabalhar de maneira diferente, aliciando clientes que procurem projetos específicos que lhes deem criatividade relevante e que, de alguma forma, marquem um papel importante na vida das pessoas”, diz. A proposta da agência terá uma lógica de “projeto fechado, aquilo a que chamámos ‘ativação criativa’ para uma marca”.

“Muitas vezes, os clientes procuram algo de novo e especifico que as suas agências não estão formatadas para dar e nós queremos ser esse “choque no sistema” que produz resultados”, refere o fundador da Ray Gun. Em ano de aniversário e de reposicionamento, a Ray Gun vai marcar os 10 anos com “um acontecimento por mês”. “Vamos desenvolver algumas iniciativas, seja a nível de equipa, novos clientes ou mesmo ações criativas e que marquem os passos para o futuro que queremos criar”, diz.

No ano de reposicionamento, há ainda planos para expandir a equipa. “Por enquanto somos uma equipa 10, um por cada ano, mas vamos ter de contratar mais pessoas. É um processo que devemos começar no final deste mês

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