Ray Gun
Rato de laboratório Quadro de raios-X
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Quadro cientista 1 A saúde é um assunto sério É. Mas isso não quer dizer que não possa ter o seu lado divertido. Arrojado. Pouco convencional. Afinal, são essas as características que acrescentam impacto à comunicação – e o healthcare não é excepção.
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A saúde atravessa um momento complicado 2 Falamos de eficácia. De segurança. E de farmacoeconomia. Vivemos numa era menos positiva, sim, mas isso implica sobretudo não continuar a fazer mais do mesmo. Para crescer, é preciso investir de forma cirúrgica: transformar cada peça num golpe publicitário, gerar buzz, dar de falar. Até porque um simples folheto pode ser algo de extraordinário.  E uma parte essencial da estratégia de marca. gráfico
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A saúde tem limitações cara 3 Faz toda a diferença trabalhar com pessoas que falem a sua língua. Por isso, a Ray Gun tem uma equipa de profissionais com boas referências – e vários anos de experiência em healthcare. Referências bibliográficas
1. RAY GUN et al. "Um headline apoiado em dados científicos pode ser criativo", Lisboa, 2012.
2. Um estudo multicêntrico, duplamente cego, controlado por placebo, realizado numa amostra significativa de gestores, comprova que uma agência de healthcare eficaz sabe que as frases legais e RCMs têm letra 8; que o logótipo, morada e código da peça vêm na contracapa; e que as letras pequenas só são realmente importantes se alguém prestar atenção ao que vem na parte da frente.
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4 Saúde não leva i Não, mas iPad leva. Internet também. Já para não dizer iPhone. Ou interactividade. A verdade é que a era da saúde 4G está aí à porta e bem à vista de consumidores e especialistas. É por isso que a Ray Gun é o melhor dos dois mundos: uma agência premiada e reconhecida no mundo digital com muita vontade de criar novas formas de comunicar + uma equipa experiente em healthcare que fala a sua língua – e, sobretudo, a dos seus clientes. iPad
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Contactar O healthcare não pode ter atitude